window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'G-SS4D0CGZVY'); Pastor Moises Martins

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segunda-feira, 18 de março de 2024

Agressão contra a mulher

A vítima, que preferiu não ser identificada, foi agredida por um PM no último dia 7 de fevereiro durante uma abordagem policial em São Luís.

Doze dias após ser agredida por um policial militar durante uma abordagem em São Luís, uma professora, que preferiu não ser identificada, recebeu uma visita de apoio da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil do Maranhão (OAB-MA), nesta segunda-feira (18).


A visita dos representantes da comissão foi a primeira e única que a vítima recebeu desde que foi agredida por um PM, no último dia 7 de fevereiro. O suspeito foi identificado como Getúlio Protásio Vasconcelos que, nas agressões filmadas por uma câmera de segurança, pôde ser visto desferindo vários golpes na vítima, que chega a cair na calçada após um soco no rosto (veja o vídeo abaixo).


“Ninguém me procurou, nenhum órgão me procurou. A minha vida parou”, disse a vítima.


Depois do caso, a professora havia registrado duas denúncias contra o policial pela violência sofrida, uma na Casa da Mulher Brasileira e outra numa delegacia no bairro onde mora. Ela havia solicitado, ainda, uma medida protetiva contra os policiais que participaram da abordagem, mas foi negado pela Justiça por entender que o caso não se trata de violência doméstica.


“Nesse caso, a Comissão de Direitos Humanos entrará em contato com a Secretaria de Direitos Humanos do Maranhão (Sedihpop) para incluí-la no programa de proteção às vítimas de violência”, disse a advogada Laura Machado, integrante da comissão.


Erik Morais, representante da OAB, diz lamentar pela falta de rapidez dos órgãos estaduais em resolver o caso e que deverá acionar as corregedorias da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) e da Secretaria de Segurança Pública do MA (SSP-MA) para dar andamento ao caso


.“A defesa lamenta muito que o estado não tenha feito nenhum tipo de busca ativa. A gente entende que o comandante, o coronel responsável pelo batalhão da área, deveriam ter entrado em contato, pedir desculpas, garantindo a segurança”, ressaltou o advogado.


Getúlio e os outros policiais que participaram da abordagem, que resultou na agressão da vítima, foram afastados de suas funções, enquanto um processo para apurar a conduta dos policiais está em andamento.




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