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quinta-feira, 5 de março de 2026

Volta pra casa

Maranhenses tentam retornar ao Brasil após ficarem impedidos de sair do Catar devido a guerra no Oriente Médio

O grupo, que fazia uma conexão em Doha, aguardava o retorno ao Brasil ou a continuidade da viagem com segurança.

Um grupo de empresários, incluindo maranhenses, está no Catar desde o fim de semana, após o fechamento do aeroporto devido à guerra no Oriente Médio. O grupo, que fazia uma conexão em Doha, aguardava o retorno ao Brasil ou a continuidade da viagem com segurança.

Entre eles, está a família de Norma, dona de uma loja no bairro João Paulo, em São Luís. Os produtos da loja são importados da China, e a família viaja pelo menos duas vezes por ano para negócios. Na primeira viagem de 2026, a família se deparou com o conflito.



Dois filhos de Norma, sobrinhos, irmãos e cunhados estão presos no Catar desde sábado, onde deveriam permanecer por apenas dois dias. Embora se comuniquem por chamadas de vídeo, a distância e a situação de risco geram tensão. Em uma conversa com sua filha Juliana, que está no Brasil, Norma relatou a dificuldade de se sentir segura.

“A gente até consegue sair um pouco em volta do hotel. Tem um supermercado do lado, o que facilita. Mas nada mais que isso, pois é o que recomendam”, disse Juliana.

O conflito no Oriente Médio envolve diretamente o Irã, os Estados Unidos e Israel, e teve início no último sábado, completando cinco dias de intensos bombardeios e mortes. A guerra afeta diretamente as rotas internacionais, com aeroportos de países na área do conflito fechados.

As despesas de hospedagem e alimentação estão sendo arcadas pelo governo do Catar. Em São Luís, Norma vive com um misto de preocupação e fé de que a situação será resolvida. “É muito difícil. O pensamento está lá com eles o tempo todo”, afirmou ela, emocionada.




Maranhenses tentam retornar ao Brasil após ficarem impedidos de sair do Catar devido a guerra no Oriente Médio

O grupo, que fazia uma conexão em Doha, aguardava o retorno ao Brasil ou a continuidade da viagem com segurança.

Maranhenses tentam retornar ao Brasil após ficarem impedidos de sair do Catar

Maranhenses tentam retornar ao Brasil após ficarem impedidos de sair do Catar


Um grupo de empresários, incluindo maranhenses, está no Catar desde o fim de semana, após o fechamento do aeroporto devido à guerra no Oriente Médio. O grupo, que fazia uma conexão em Doha, aguardava o retorno ao Brasil ou a continuidade da viagem com segurança.

Entre eles, está a família de Norma, dona de uma loja no bairro João Paulo, em São Luís. Os produtos da loja são importados da China, e a família viaja pelo menos duas vezes por ano para negócios. Na primeira viagem de 2026, a família se deparou com o conflito.



Dois filhos de Norma, sobrinhos, irmãos e cunhados estão presos no Catar desde sábado, onde deveriam permanecer por apenas dois dias. Embora se comuniquem por chamadas de vídeo, a distância e a situação de risco geram tensão. Em uma conversa com sua filha Juliana, que está no Brasil, Norma relatou a dificuldade de se sentir segura.

“A gente até consegue sair um pouco em volta do hotel. Tem um supermercado do lado, o que facilita. Mas nada mais que isso, pois é o que recomendam”, disse Juliana.

O conflito no Oriente Médio envolve diretamente o Irã, os Estados Unidos e Israel, e teve início no último sábado, completando cinco dias de intensos bombardeios e mortes. A guerra afeta diretamente as rotas internacionais, com aeroportos de países na área do conflito fechados.


A família de Norma está em um hotel no centro de Doha, a capital do Catar, com um grupo de 15 pessoas passando pela mesma situação. Em vídeo, é possível ver imagens impressionantes do conflito, com destroços e labaredas no céu. “Nunca imaginei passar por isso”, disse uma das integrantes do grupo.

O grupo está aguardando contato da Embaixada do Brasil, que informou que está monitorando a situação e prestando assistência consular. A família ainda não sabe se será repatriada ou se continuará a viagem.

O grupo está aguardando contato da Embaixada do Brasil, que informou que está monitorando a situação e prestando assistência consular. — 

O grupo está aguardando contato da Embaixada do Brasil, que informou que está monitorando a situação e prestando assistência consular. — 


As despesas de hospedagem e alimentação estão sendo arcadas pelo governo do Catar. Em São Luís, Norma vive com um misto de preocupação e fé de que a situação será resolvida. “É muito difícil. O pensamento está lá com eles o tempo todo”, afirmou ela, emocionada.


O Ministério das Relações Exteriores, por meio das embaixadas brasileiras no Oriente Médio, está em contato com as comunidades brasileiras na região e continua a monitorar os acontecimentos.


Ataque ao Irã

Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã deste sábado. A ação deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.

Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio.

O Exército dos Estados Unidos informou que nenhum militar americano ficou ferido na ação. O governo americano afirmou ainda que os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.



O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou a agência estatal iraniana Tasnim.


Em pronunciamento, Netanyahu declarou que a ofensiva contra o Irã matou comandantes da Guarda Revolucionária e altos funcionários ligados ao programa nuclear iraniano. Segundo ele, "milhares de alvos" serão atacados nos próximos dias.

O que se sabe do ataque de EUA e Israel:

Agências de notícias informaram que mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e a instalações usadas pelo líder supremo em Teerã, capital do Irã.

Segundo a agência estatal iraniana Fars, explosões também foram ouvidas nas cidades de Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah, todas em diferentes regiões do país.

Exército israelense afirma ter atingido "centenas de alvos militares iranianos", incluindo lançadores de mísseis.

O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, morreram nos ataques israelenses, segundo três fontes ouvidas pela agência Reuters.

O que se sabe sobre a retaliação do Irã:

Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra o território israelense, onde sirenes de alerta foram acionadas.

Diversas explosões foram ouvidas em outros países da região, como Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes — países que têm bases norte-americanas.

Vários prédios residenciais foram atingidos no Bahrein, segundo o governo local.

Em comunicado, os Emirados Árabes Unidos disseram ter interceptado vários mísseis iranianos e que uma pessoa morreu na capital Abu Dhabi. Uma explosão também foi ouvida em Dubai, segundo testemunhas.

Sistemas de defesa antimísseis foram acionados por Israel e pelos países do Golfo.

4 pessoas morreram na Síria após míssil iraniano atingir um prédio, informa a agência Reuters.



quarta-feira, 4 de março de 2026

Mais de 40 animais morrem em áreas rurais de Bacabal; suspeita é de ataque de animal selvagem

Criadores de animais em Bacabal, a cerca de 240 quilômetros de São Luís, relatam prejuízos após uma série de ataques atribuídos a um suposto animal selvagem ainda não identificado. As ocorrências foram registradas em pelo menos cinco propriedades rurais do município e resultaram na morte de mais de 40 ovelhas e cabras, causando impacto direto na renda das famílias que dependem da criação para subsistência.


Em uma das propriedades atingidas, localizada próxima ao Centro da cidade, apenas três dos 25 animais sobreviveram. Mesmo com a movimentação de veículos e pessoas nas imediações, os ataques não foram evitados, o que tem aumentado a preocupação entre moradores da zona rural e também de áreas mais próximas ao perímetro urbano.


A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que equipes técnicas foram deslocadas para averiguar a situação e realizar levantamentos nas áreas afetadas. A principal suspeita é de que os ataques tenham sido provocados por algum tipo de felino silvestre. Segundo o órgão, o avanço do desmatamento na região pode estar relacionado ao problema, já que a redução do habitat natural força predadores a se aproximarem de propriedades rurais em busca de alimento.


O Governo do Estado também se manifestou sobre o caso e orientou que, em situações como essa, os criadores devem acionar a Secretaria Municipal de Agricultura e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), responsáveis por acompanhar ocorrências envolvendo animais silvestres e adotar as medidas cabíveis.


Polícia cumpre mandados contra investigados por fraude de R$ 322 milhões, em São José de Ribamar

A Polícia Civil do Maranhão, em apoio operacional à Polícia Civil do Rio de Janeiro, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (4), a “Operação Pecúnia Obscura”, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão contra investigados por participação em um esquema de fraudes contra fintechs. A prática criminosa teria causado prejuízo estimado em R$ 322 milhões.


As investigações apontam que os golpes foram praticados em cidades da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, além de municípios de Minas Gerais e do Maranhão. No território maranhense, duas ordens judiciais foram cumpridas em bairros do município de São José de Ribamar, na Grande Ilha.


No bairro do Cohatrac V, nas proximidades da Estrada da Maioba, equipes da Superintendência Estadual de Investigação Criminal (SEIC) estiveram em um condomínio para dar cumprimento a um mandado de prisão contra o primeiro alvo da operação.


Já no bairro do Araçagi, os policiais civis cumpriram um mandado de busca e apreensão no imóvel do segundo investigado. Durante as diligências, foram localizadas munições de uso restrito, o que resultou na prisão em flagrante do suspeito.


Os dois homens foram conduzidos à unidade policial e permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre o esquema criminoso.


As prisões foram realizadas por equipes do Departamento de Combate a Roubo de Cargas (DCRC), do Departamento de Combate a Roubo a Instituições Financeiras(DCRIF) e do Grupo de Resposta Tática(GRT), todos vinculados a SEIC.


O crime


Segundo as investigações conduzidas pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o grupo investigado atuava por meio da utilização de empresas de fachada e complexa movimentação financeira, com o objetivo de ocultar e dissimular a origem ilícita de valores provenientes de atividades criminosas.


De acordo com o MPRJ, parte significativa dos valores movimentados era enviada ao exterior por meio de plataformas de criptomoedas, mecanismo utilizado para dificultar o rastreamento das transações e a recuperação dos ativos financeiros.


Ainda segundo os promotores responsáveis pela investigação, chamou a atenção dos investigadores a existência de transações realizadas por um dos investigados em favor da empresa GAS Consultoria, pertencente a um indivíduo conhecido como o “Faraó dos Bitcoins”, conhecido nacionalmente por investigações relacionadas a esquemas de pirâmide financeira envolvendo criptoativos.

Veja as fotos abaixo: