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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Três detentos fogem de unidade prisional em Bacabal após serrarem grades da cela

Os fugitivos foram identificados como Yago da Silva Dourado, Geilson de Jesus Ferreira e Francisco Mikael Pereira de Almeida. Nenhum deles foi recapturado até o momento.




Três detentos fugiram da Unidade Prisional de Bacabal, a 240 km de São Luís, na madrugada desta terça-feira (30). A fuga aconteceu por volta das 2h26, após os presos serrarem as grades da cela e terem acesso à área externa da unidade.


Os fugitivos foram identificados como Yago da Silva Dourado, preso por furto, roubo, tráfico de drogas e associação criminosa, natural de São Mateus; Geilson de Jesus Ferreira, preso por homicídio, morador do bairro Coroadinho, em São Luís; e Francisco Mikael Pereira de Almeida, também preso por homicídio, natural de Bela Vista do Maranhão. Até a última atualização desta reportagem, nenhum deles havia sido recapturado.

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), todas as medidas legais cabíveis já foram adotadas. A pasta informou ainda que as circunstâncias da fuga estão sendo investigadas pela própria secretaria e pelo Serviço de Inteligência do Sistema Prisional do Estado.


Já a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) informou que, após a confirmação da fuga, foi deflagrada uma operação integrada entre as polícias Civil e Militar para localizar e recapturar os detentos.


A ação conta com equipes especializadas, apoio dos setores de inteligência e do sistema de videomonitoramento da SSP-MA, que atuam de forma coordenada para localizar os foragidos.


Sobe para 1.943 o número de mortos confirmados em terremotos na Venezuela

A informação foi dada pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, nome forte do chavismo e irmão da líder interina, ao divulgar o boletim oficial mais recente sobre a tragédia.




Autoridades da Venezuela anunciaram nesta terça-feira (30) que aumentou para 1.943 o total de mortes confirmadas nos terremotos gêmeos que atingiram o país em 24 de junho. Ao menos 10.571 pessoas ficaram feridas, de acordo com o governo de Delcy Rodríguez.


A informação foi dada pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, nome forte do chavismo e irmão da líder interina, ao divulgar o boletim oficial mais recente sobre a tragédia.


As Nações Unidas estimam que até 50 mil pessoas possam estar desaparecidas, o que indica que o número de vítimas deve aumentar à medida que as equipes de resgate avançam com as operações em edifícios em ruínas. Nesta segunda-feira (29), o coordenador humanitário da ONU na Venezuela afirmou que o órgão estava comprando 10 mil sacos para armazenamento de cadáveres.


Desde os dois tremores, de magnitudes 7,2 e 7,5, registrados com alguns segundos de diferença na quarta-feira passada, foram contabilizadas 609 réplicas. Apesar de provocar apreensão entre os moradores, os abalos não causaram mais danos.

O estado mais afetado é La Guaira, próximo à capital Caracas, onde têm se concentrado os esforços de resgate de sobreviventes e retirada de corpos.


Algumas localidades ainda não tiveram apoio do governo federal, segundo relataram a agências de notícias internacionais moradores. É o caso de El Junquito, região montanhosa localizada a cerca de 33 quilômetros a oeste de Caracas, moradores afirmam que a presença de autoridades tem sido limitada. Enquanto isso, comunidades locais se organizaram para distribuir alimentos e itens básicos.


Trinta e dois países enviaram ajuda, incluindo equipes de resgate, 400 cães farejadores e mantimentos para doação.


O Brasil enviou quatro voos de ajuda humanitária à Venezuela, segundo o Ministério das Relações Exteriores. A operação mobilizou equipes de busca e resgate urbano da Força Aérea Brasileira, bombeiros militares de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, seis cães farejadores e técnicos da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).


As aeronaves também transportaram um hospital de campanha da Marinha do Brasil, 48 profissionais de saúde, medicamentos e insumos suficientes para atender cerca de 1.500 pessoas durante um mês, além de cem purificadores de água movidos a energia solar, capazes de produzir até 5 mil litros de água potável por dia cada. O voo mais recente foi realizado no domingo (28), levando mais 35 bombeiros e equipamentos para uma missão de 15 dias.

Avó suspeita de abandonar neta recém-nascida no Maranhão segue presa
Defesa pediu prisão domiciliar alegando problemas cardíacos, mas a Justiça negou o pedido após audiência.


A Justiça manteve presa a avó suspeita de abandonar a neta recém-nascida, de apenas cinco dias de vida, em uma rua de Arame, no Maranhão. A decisão foi tomada após audiência online realizada no domingo (28), quando o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa foi negado.

O caso teve grande repercussão após a circulação de um vídeo que mostrava a bebê chorando sozinha em uma rua vazia durante a madrugada. A partir das imagens, as polícias Civil e Militar iniciaram buscas e chegaram à suspeita, que seria a avó da criança.
Segundo a investigação, a mulher teria abandonado a recém-nascida para “chamar a atenção” da filha, mãe da bebê. Ela foi presa preventivamente e permanece custodiada em Grajaú enquanto o caso segue sob apuração.

O episódio ocorre poucos dias depois de outro caso de abandono infantil no Maranhão, quando uma criança de três anos foi encontrada sozinha de madrugada em Sítio Novo.