sábado, 8 de agosto de 2026
Orleans Brandão justifica escolha para disputar o governo e diz que buscou pacificação com aliados de Flávio Dino
O candidato ao Governo do Maranhão Orleans Brandão (MDB) afirmou, na noite desta sexta-feira (7), que seu nome só entrou na disputa pela sucessão do governador Carlos Brandão (MDB) depois do rompimento com o grupo ligado ao ex-governador Flávio Dino.
Em entrevista ao UQ Podcast, do jornalista Jeisael Marx, Orleans disse que a relação já estava desgastada por ações judiciais e ataques de deputados na Assembleia Legislativa que, segundo ele, ultrapassaram o campo político e atingiram pessoalmente o governador.
“Meu nome surgiu quando já havia tido a divergência. Eu não tinha colocado o meu nome como pré-candidato ao Governo do Estado. Só que, com o arranhar do grupo, com as ações que a gente teve contra o Governo do Estado, ações judiciais, ações de deputados na Assembleia todo santo dia batendo justamente no governador, passando para uma seara não só política, não só democrática, mas para uma seara pessoal”, afirmou.
Orleans acrescentou que o cenário piorou após as eleições municipais e atribuiu ao vice-governador Felipe Camarão (PT), hoje adversário na corrida pelo Palácio dos Leões, a responsabilidade pela condução do grupo dinista.
“Era um grupo que era para ser liderado pelo vice-governador. Então, a gente teve uma relação muito arranhada desde o primeiro momento e ficou muito pior depois das eleições municipais. Quando colocaram o meu nome, foi depois das eleições”, declarou.
Mesmo diante do rompimento, o emedebista garante ter buscado uma última tentativa de entendimento com os antigos aliados.
“Eu disse: ‘Não, deixa eu tentar fazer uma última interlocução, deixa eu tentar conversar’. Me dispus ao diálogo várias e várias vezes. A gente tentou conversar com o outro grupo, mas Deus quis que não fosse feito nenhum tipo de acordo”, relatou.
Sem a pacificação, Orleans terminou confirmado para representar o grupo governista na eleição deste ano.
“Hoje eu estou muito convicto de que estou pronto, que estou preparado para ser o melhor governador que esse estado já vi
u”, concluiu.
MAIS DE 20 DIAS INTERNADA
Morre mulher que teve 80% do corpo queimado por companheiro no Ceará
A família relatou histórico de discussões no relacionamento amoroso. O companheiro está preso desde o crime, há mais de 20 dias.
A família relatou histórico de discussões no relacionamento amoroso. O companheiro está preso desde o crime, há mais de 20 dias.
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Dona de casa de 27 anos morre após queimaduras em 80% do corpo, após ser atacada pelo companheiro.
Companheiro, de 23 anos, foi preso em flagrante após ateiar fogo na vítima em Juazeiro do Norte.
Vítima estava internada em UTI do Instituto Dr. José Frota, em Fortaleza, em estado grave.
Queimaduras causaram complicações clínicas, levando à necessidade de internação prolongada.
Vítima foi transferida de hospital regional para Fortaleza após avaliação da gravidade dos ferimentos.
A dona de casa Rafaele Queiroz dos Santos, de 27 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (6) após passar semanas internada com 80% do corpo queimado. Ela foi atacada pelo companheiro, Diego Silva Santos, de 23 anos, que, segundo a polícia, ateou fogo na vítima no dia 15 de julho, em Juazeiro do Norte, na região do Cariri cearense. O suspeito está preso desde o dia do crime.
Internação e estado de saúde
Rafaele estava internada em estado grave, em coma induzido, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto Dr. José Frota (IJF), em Fortaleza. De acordo com a equipe médica, ela sofreu queimaduras em cerca de 80% do corpo, além de complicações clínicas decorrentes da gravidade dos ferimentos.
No dia da ocorrência, policiais encontraram a vítima com múltiplas lesões provocadas por queimaduras, enquanto o suspeito permanecia no interior da residência, localizada no bairro Frei Damião. Diego Silva Santos foi preso em flagrante pela Polícia Militar ainda no local.
Atendimento à vítima
Após o ataque, Rafaele recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhada inicialmente a um hospital da região do Cariri. Em seguida, devido à gravidade do quadro, foi transferida para o Instituto Dr. José Frota (IJF), em Fortaleza, onde permaneceu internada até a confirmação da morte.

