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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Partido Novo anuncia ação para tornar Lula inelegível após desfile.


A possibilidade de disputa judicial envolvendo a elegibilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou no debate político após o desfile de uma escola de samba no Rio de Janeiro no último domingo (15). O partido Novo informou que pretende questionar na Justiça Eleitoral a legalidade da homenagem feita ao chefe do Executivo federal durante a apresentação da Acadêmicos de Niterói.


A legenda sustenta que a participação do nome do presidente no enredo e no desfile pode caracterizar propaganda eleitoral antecipada, associada ao uso de recursos públicos. Segundo o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, a iniciativa judicial será formalizada caso Lula apresente pedido de registro de candidatura à reeleição, cujo prazo legal se encerra em 15 de agosto.


O desfile ocorreu em meio ao repasse de verbas federais às agremiações do Grupo Especial do Rio de Janeiro. A escola Acadêmicos de Niterói recebeu cota de patrocínio vinculada à Embratur, dentro do modelo adotado para as 12 escolas do grupo.


Antes mesmo da realização do desfile, técnicos do Tribunal de Contas da União haviam recomendado a suspensão do repasse de R$ 1 milhão à escola. O caso também motivou questionamentos sobre eventual utilização de estrutura do Palácio do Planalto na preparação de um dos carros alegóricos, ponto que igualmente foi levado à análise do TCU.

 Indignação: câmera de segurança flagra cachorro sendo abandonado e revolta moradores de ITZ.



Um vídeo que tem circulado nas redes sociais mostrando o abandono de um cachorro tem causado revolta entre moradores de Imperatriz. As imagens mostram o momento em que duas pessoas deixam o animal na Rua São Sebastião, no bairro Ouro Verde, e vão embora. Após ser abandonado, o cachorro aparece desorientado, caminhando pela rua sem saber para onde ir, cena que gerou indignação entre a população.


O abandono de animais é considerado crime no Brasil e está previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), que pune qualquer ato de abuso ou maus-tratos contra animais domésticos, silvestres ou domesticados. Em 2020, a legislação foi endurecida com a criação de uma norma específica para cães e gatos, aumentando as penalidades. Atualmente, quem cometer esse tipo de crime pode ser condenado a pena de reclusão de dois a cinco anos, além do pagamento de multa e da proibição de voltar a ter a guarda de animais

A lei considera o abandono uma forma grave de maus-tratos porque expõe o animal a fome, doenças, acidentes, violência e morte. Dependendo das circunstâncias, a pena pode ser agravada, especialmente se o animal morrer em decorrência do abandono ou se houver reincidência do autor. Além da responsabilização criminal, o responsável também pode responder na esfera civil, sendo obrigado a arcar com despesas veterinárias, resgate e indenizações.


A repercussão do caso reforça a importância da conscientização sobre a guarda responsável e da denúncia de situações de maus-tratos.

 Caminhonete capota na BR‑316 e deixa dois homens mortos em Nova Olinda do Maranhão.

Dois morreram e dois foram socorridos. Imagens registraram o veículo capotando e batendo no portão de uma fazenda.


Uma caminhonete saiu da pista e capotou na BR‑316, no povoado Boa Vista, zona rural de Nova Olinda do Maranhão, deixando dois homens mortos e outros dois feridos. Imagens feitas no local mostram o veículo capotando e atingindo o portão de uma fazenda (veja acima).


O acidente aconteceu por volta das 11h40 de sábado (14). Quando a polícia chegou, constatou que quatro homens estavam envolvidos na ocorrência. As vítimas que morreram foram identificadas apenas como Marlon e Jonathan.

Os outros dois ocupantes foram socorridos e levados ao Hospital Municipal de Nova Olinda do Maranhão. O estado de saúde deles não foi informado.


A Polícia Rodoviária Federal esteve no local e assumiu a ocorrência. As causas do acidente ainda serão investigadas. Segundo informações repassadas à polícia, os quatro trabalhavam na montagem de um galpão e retornavam para o Pará, onde moram.