window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'G-SS4D0CGZVY'); Pastor Moises Martins

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terça-feira, 23 de abril de 2024

Deputada Mical Damasceno da afirma que seu partido, PSD, deveria expulsá-la devido à sua fé

A deputada estadual Mical Damasceno (PSD) rebateu, nesta terça-feira , 23, uma nota oficial do presidente do seu partido, Gilberto Kassab, repudiando sua fala a respeito da ideia de realizar uma sessão “só com homens” na Assembleia Legislativa em comemoração ao Dia da Família.

Para o dirigente da sigla, trata-se de “visão retrógrada e superada” a da parlamentar sobre o tema.

Em discurso na tribuna, Mical disse que Kassab nunca a recebeu, na condição de parlamentar mulher, para tratar de assuntos de interesse da legenda no Maranhão, ou de demandas políticas que, de acordo com ela, lhe interessariam.

Ela acrescentou que também não recebeu recursos do partido, via fundão, para as eleições de 2022. Na visão da deputada, uma espécie de discriminação contra uma candidata mulher.

A parlamentar pediu, então, que Kassab a expulse do partido.

 



William Santos realiza a 4° edição do Chá de Chapéu Beneficente e a 1° edição do Troféu Mulher de Negócio 2024

O Colunista Social do Jornal “O Debate” e Apresentador do Programa Top William Santos da TV BAND Maranhão, realiza a 4° edição do Chá de Chapéu Beneficente e a 1° edição do Troféu Mulher de Negócio neste sábado dia 27 de abril a partir de 15:00 no Bougainville Buffet no Jardim Eldorado reunindo várias mulheres da sociedade maranhense!


Tradição e elegância irão marcar esse evento que tem objetivo de ajudar o grupo de mulheres carentes da Cidade Olímpica além de várias atrações como desfiles de originalidade e bom gosto que prometem tornar a tarde de sábado num animado encontro. Está de regresso o restrito Chá do Chapéu que desafia as mulheres maranhenses a virem a um surpreendente chá envergando os seus chapéus.

Esse ano o apresentador William Santos lança a 1° edição do Troféu Mulher de Negócio que homenageará mulheres que são empreendedoras e que fazem a diferença no mercado maranhense!

O evento terá bate papo com algumas profissionais que cuidam do Mundo Feminino como a Psicóloga Julliana Aragão com o tema: ‘’Fechando negócios e Equilibrando o estresse’’. A empresária Loide Almeida com o tema: ‘’O desafio de gerir um negócio’’ e a Consultora de Imagem Letícia Azevedo com o tema: “A autenticidade, é a chave da sua beleza”.

Além de várias atrações como música, dicas de moda, beleza, saúde, gastronomia e o melhor network pessoal de cada uma para divulgar os seus trabalhos e empresas. Mulheres empreendedoras estarão presente no evento para consolidar essa tarde especial entre elas. O universo feminino, as marcas e as novas tendências serão o mote para este encontro de elegância e originalidade onde o chapéu completa o look de todas as convidadas.

O evento tem a produção executiva de Beatriz Veras, toda comunicação visual da artista digital Carolina Moraes e a realização da WS Entretenimento e Marketing!

Serviço: 

O que: 4° Chá de Chapéu e 1° Troféu Mulher de Negócio 

Quando: Sábado 27 de Abril às 15h

Onde: Bougainville Buffet - Rua Nova Olinda Quadra 50 Casa 10 - Jardim Eldorado São Luís MA

Ingressos: 180 reais e na casadinha 300 reais 

Informações: (98) 981283789

Realização: WS Entretenimento e Marketing

segunda-feira, 22 de abril de 2024

Setor das Federais iníciou as greves docente a partir de 15 de abril

O Setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes) do ANDES-SN aprovou o indicativo de greve das e dos docentes das universidades federais, institutos federais e cefets da base do Sindicato Nacional no dia 15 de abril. A deliberação teve como base o resultado das assembleias realizadas nas seções sindicais, as quais, por grande maioria, referendaram a decisão congressual pela necessidade de construção de uma greve.

O calendário definido pelo Setor das Ifes aponta a realização de uma nova rodada de assembleias nas seções sindicais entre 26 de março e 09 de abril. O Setor orienta como pauta das assembleias: deflagração da greve no dia 15 de abril, criação dos comitês locais de mobilização e construção das pautas locais. Na sequência, ocorrerá uma outra reunião do Setor das Ifes no dia 10 de abril, com tempo de 72 horas para informar, governo e reitorias, sobre a deflagração de greve no dia 15 de abril. 


“Essa reunião dos Setor nos anima muito porque traz, de maneira muito concreta, uma ânsia e uma construção desde as bases no sentido daquilo que precisamos avançar nas nossas lutas. Os relatos trazidos de 37 seções sindicais é de que nós tivemos assembleias, algumas massivas, com ampla participação de professoras e professores, muito superior às assembleias dos últimos períodos, e que trouxeram um debate político de muita qualidade sobre a conjuntura e sobre a necessidade de nós articularmos a luta no setor da Educação”, avaliou Helga Martins, 1ª vice-presidenta da Regional Planalto do ANDES-SN e da coordenação do Setor das Ifes.

A diretora apontou que as greves das demais categorias do setor da Educação, organizadas na Fasubra e no Sinasefe, e a falta de avanço nas tentativas de negociação com o governo sobre as pautas centrais da categoria - recomposição salarial, reestruturação da carreira, “revogaço” de medidas que atacam docentes e a educação pública como o Novo Ensino Médio, a BNC Formação, a portaria 983/2020, entre outras – além da precarização das condições de trabalho levaram à deliberação pela deflagração do movimento paredista.



“Todo esse caldo, toda essa pauta que nós estamos construindo, e que faz parte dos embates diretos que resvalam nas nossas pautas de locais, veio à tona nas assembleias e a base disse: ‘é greve! É greve do setor da Educação. É greve para lutarmos pelas nossas pautas centrais nacionalmente, e também nos nossos locais de trabalho’. Por isso, é fundamental que esse mês de abril seja um mês de muita luta, de muita mobilização”, ressaltou Helga.


Encaminhamentos.

Além de aprovar o indicativo de greve da base do ANDES-SN para 15 de abril e o calendário de rodadas de assembleias, a reunião do Setor das Ifes apontou ainda outros encaminhamentos, para intensificar a mobilização da categoria. Confira:

Reforçar o dia 03/04 como Dia Nacional de Paralisação e Mobilização, com foco em ações nos estados, em articulação com os demais servidores/as;

Construir a jornada de lutas do Fonasefe de 16 a 18 de abril, com atividades em Brasília. 

16/04: Audiência pública na Câmara Federal

17/04: Caravana e Marcha em Brasília dos servidores e das servidoras.

18/04: atividades setoriais, possibilidade de ato no MEC das entidades da Educação

Intensificar a produção de material do ANDES-SN e unificado com as entidades da Educação sobre a greve e as pautas;

Incorporar na agenda de mobilização possíveis dias de luta que venham a ser construídos pelos comandos de greve da Fasubra e Sinasefe;


Que os comitês locais ampliem a articulação com as demais categorias de trabalhadores e estudantes; e que sejam criados comitês nos locais onde não existem.

Análise de conjuntura.

No período da manhã, as e os representantes das seções sindicais e da diretoria do ANDES-SN ouviram representantes da Fasubra e do Sinasefe, apresentaram informes locais e debateram a conjuntura. Pela Fasubra, Rosângela Costa e Almiran Rodrigues atualizaram as e os docentes sobre a greve das técnicas e dos técnicos deflagrada no último dia 11. Das 48 entidades filiadas à Fasubra, 44 aderiram ao movimento paredista englobando 63 IFE, dentre estas, 59 Universidades e 4 Institutos Federais. Foi reiterada a importância da unidade entre as entidades ligadas à Educação para fortalecer as negociações com o governo e a importância de todas e todos participarem das atividades do dia 03 de abril.

Artemis Martins, da coordenação-geral do Sinasefe, afirmou que o movimento encampado pela Fasubra encorajou a entidade a deflagrar greve, por tempo indeterminado, a partir do dia 03 de abril. Ela afirmou que há uma expectativa de que essas movimentações também cresçam e se fortaleçam dentro das universidades federais.


Informes Nacionais.

Logo após a fala das e dos representantes das entidades, Jennifer Webb, 1º tesoureira, e Mário Mariano Ruiz, 1º vice-presidente Regional Leste deram os informes nacionais.

Jennifer falou sobre o processo de tentativa de negociação com o governo federal no último período e atualizou as e os docentes sobre as mesas geral, de política educacional e de carreira. Esta última já contou com 3 rodadas de negociação e uma reunião com representantes dos ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e da Educação (MEC) para discutir tecnicamente as propostas de reestruturação da carreira docente do Magistério Federal. Ela contou que o ANDES-SN também tem se reunido semanalmente com o Sinasefe para a construção de uma pauta unitária de carreira. Até o momento, 7 pontos já foram consensuados e um pedido de uma nova rodada de negociação foi feito pelas entidades.

“A greve será fundamental, porque também vai pressionar no sentido da negociação da carreira, tanto do Sinasefe quanto do ANDES-SN, para esse momento de negociação que a gente espera que seja em breve, inclusive a gente vai pedir que seja na próxima semana”, afirmou a 1ª tesoureira do ANDES-SN.

Conjuntura e Construção da Greve

O presidente do ANDES-SN, Gustavo Seferian, trouxe uma análise sobre a construção da greve, que foi seguida do debate sobre as deliberações e indicativos vindos das assembleias de base sobre a construção da greve e a constituição dos comitês locais de mobilização, que já somam 24. Para Seferian, diante do cenário posto, só a mobilização e articulação conjunta é capaz de garantir respostas do governo, que não respondeu até o momento as pautas da categoria.

“Ninguém faz greve porque gosta ou por princípio, fazemos greve por necessidade e nas atuais circunstâncias, diante do que é o silêncio do governo federal, ao não nos colocar qualquer espécie de índice de recomposição da nossa remuneração para esse ano e uma fratura violenta com os princípios que erigem a luta histórica desse sindicato, sobretudo no que se refere a necessidade de termos a paridade do que são as conquistas dos trabalhadores e das trabalhadoras ativos e os aposentados e aposentadas”, afirmou.

Seferian reforçou ainda que a importância da presencialidade nas assembleias.  “A greve não se constrói pelo WhatsApp, de pijama, em casa, mas sim dos nossos locais de trabalho. Quais foram as categorias que tiveram recomposição de seus salários, melhores condições de vida colocadas em um redesenho da sua carreira, para além daquelas que apoiaram os intentos golpistas e que conformam o aparelho de repressão do Estado? Foram aquelas que se mobilizaram e construíram greves”, disse.

 

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