Adolescente investigado por chacina na Baixada Maranhense morre ao atirar contra a polícia
Jovem estava escondido na casa de familiares, no bairro Vila Palmeira, quando foi abordado.
Um adolescente de 17 anos, investigado por participação na chacina que matou Samira Costa Correia, que estava grávida, e o filho dela, Yan Kaleb, de 4 anos, morreu durante uma intervenção policial na manhã desta quinta-feira (30), em São Luís.Segundo a polícia, o jovem estava escondido na casa de familiares, no bairro Vila Palmeira, e teria atirado contra os agentes ao perceber que seria abordado. Houve troca de tiros e o adolescente foi atingido. Ele chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu.
Com essa morte, chegou a nove o número de investigados mortos durante intervenções policiais relacionadas ao caso. Outras 15 pessoas foram presas e mais de 20 suspeitos já foram identificados
A chacina ocorreu no dia 11 de julho, no povoado Olho d’Água dos Bodes, na zona rural de São João Batista. Homens armados invadiram a casa onde estavam Samira, Yan Kaleb e Josef Abreu Santos, apontado como o alvo inicial do ataque. Após os disparos, os criminosos incendiaram o imóvel.
Mãe e filho foram encontrados carbonizados. Josef conseguiu fugir ao perceber a aproximação do grupo.
A Polícia Civil investiga a motivação do crime, quem ordenou o ataque e a participação de cada envolvido. A perícia também tenta determinar se as vítimas morreram antes de a residência ser incendiada.
Quinze investigados foram presos
Conforme o balanço divulgado pela Segurança Pública, foram presos:
Gabriel Vieira Trindade, o “Miau”;
Gilmarlisson Santos Duarte, o “Pelado” ou “Gil”;
Joseandro Santos Pereira, o “Andinho”;
Luan dos Anjos Santos, o “Balotelli”;
Rhuan Carlos Campos Silva, o “Ruan”;
Paulo Ricardo Serra Lindoso, o “Gordo”;
Erinaldo Santos Pereira, o “Garoto”;
Thadeu Vinicius Aguiar dos Santos, o “Tadeu”;
Victor Gabriel Costa Cardoso, o “Vitinho”;
Anderson Mendes Cutrim, o “Nandinho”;
Mateus Costa Pinheiro, o “Mateus”;
Isaac Jorge Aroucha Mendonça;
Fábio José Abreu Santos;
Roberval Oliveira Almeida, o “Gago”;
João Victor Santos Pinheiro, o “Vitor Preto” ou “VT Louco”.
Nove investigados morreram durante intervençõe