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terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Reviravolta no caso Domingos Paz! 

Assaltante de banco faz parte da “organização” que acusa vereador de assédio sexual


Há cerca de duas semanas, o vereador de São Luís, Domingos Rodrigues Silva Paz, de 49 anos, conhecido politicamente como Domingos Paz (Podemos), vem sendo bombardeado de acusações graves de suposto crime de assédio sexual, denúncias amplamente divulgadas na mídia local.

Depois dos episódios, o parlamentar chegou a quebrar o silêncio e, por meio de entrevistas a emissoras de rádio e TV, rebateu todas as acusações, classificadas por ele como levianas e infundadas.

O Jornal Itaqui-Bacanga (JIB), durante todos esses dias se manteve neutro, acompanhando os fatos e buscando as autoridades legais e documentos para poder levar a notícia imparcial e verídica à sociedade.

Após buscas e fontes seguras, o JIB traz com exclusividade trechos dos depoimentos das supostas vítimas e testemunhas, que se contradizem. Os depoimentos sugerem que o vereador Domingos Paz possa ter sido vítima de uma armação por parte de adversários políticos que atuam na área Itaqui-Bacanga. Vários deles já apareceram publicamente envolvidos nesse caso.

Um dos últimos fatos que chama a atenção nessa celeuma é a presença, como testemunha, de um homem  identificado como Caio Fonseca Araújo. Ele já foi preso por envolvimento em assalto a banco, bem como tem uma ficha criminal por associação criminosa, roubo armado e porte ilegal de arma de fogo (na 2ª Vara Criminal de Santa Maria, no Distrito Federal). Em seu depoimento na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente – DPCA, Caio diz que viu conversas no celular da senhora identificada como Olga Regina, mas não soube explicar o conteúdo da conversa.

Segundo uma das fontes do JIB, Caio teria retornado à  DPCA para retirar o depoimento, no qual, segundo ele, teria confidenciado a pessoas próximas que foi pago para prestar informações falsas à polícia. No momento em que ele esteve na sede da delegacia, a delegada que conduz o caso não se encontrava presente.

A reportagem também apurou que no depoimento da ex-conselheira tutelar Gleiciane Alves Salazar, que faz as acusações contra o vereador, ela registrou o caso como injúria, previsto no Código Penal Brasileiro (CPB), no Art.140, e não como crime de assédio sexual, como foi equivocadamente disseminado na mídia.

Em determinado trecho do depoimento à polícia, Salazar afirma ter se sentido ofendida ‘‘pelo fato de ter entendido que Domingos Paz não atendera a demanda da sua comunidade pelo fato de ela não ter encaminhado a fotografia para ele’’, diz o trecho do documento, onde está frisado que “a declarante deduziu’’.

Nas conversas do log do WhatsApp juntado por Gleiciane Salazar e apresentado à polícia, o vereador Domingos Paz solicita que a ex-conselheira tutelar vá à Câmara Municipal de São Luís. Posteriormente, ela pediu para ele apreciar um pedido.

Em outro trecho da conversa, o parlamentar volta a ser contatado pela acusadora e ela menciona, sem contexto algum: ‘‘No caso, de uma coisa o companheiro só iria responder se eu tivesse enviado aquela foto pelada, né, que você pediu, né? Domingos Paz nega e completa a resposta informando que estava no interior.



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