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domingo, 22 de fevereiro de 2026

REVOLTANTE! Homem atropela e mata cachorra da ex em Imperatriz e ameaça "era pra ser tu"



Um homem que trabalha como tatuador está sendo acusado de atropelar e matar, de forma proposital, a cadela da ex-namorada na noite deste sábado (21), em Imperatriz. O caso ocorreu no bairro Nova Imperatriz e gerou revolta nas redes sociais.


De acordo com amigos e familiares da tutora, o animal vivia há anos com a família e era considerado parte da casa. Após o atropelamento, o suspeito teria enviado um áudio para a ex-companheira afirmando que “era para ter sido ela”, o que aumentou ainda mais a comoção em torno do caso.


Ainda segundo relatos de amigos e familiares, o primo da tutora passou a receber ameaças depois de divulgar o ocorrido nas redes sociais. Em uma das mensagens atribuídas ao acusado, ele afirma: “metade dos meus primos são da polícia e a outra metade é do crime”.


A tutora da cadela deve registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Imperatriz para que o caso seja formalmente investigado.


O episódio pode se enquadrar na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98). Desde 2020, a legislação prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda para quem praticar ato de abuso, maus-tratos ou matar cães e gatos. Além disso, as ameaças relatadas também podem configurar crime.


O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.

Enfermeira é agredida a facadas no rosto na Cidade Operária; ex-marido está foragido

Sarah Júlia relata que Rômulo Coimbra a atraiu para o local do crime com uma informação falsa de que uma filha do casal estaria com febre.


Uma tentativa de feminicídio foi registrada na última sexta-feira (20) na região da Cidade Operária, em São Luís. A vítima é a enfermeira e professora Sarah Júlia, que relata ter sido atacada a golpes de faca no rosto e no pescoço por seu ex-marido, identificado como Rômulo Coimbra. Acompanhada de advogados, Sarah apresentou denúncia na noite deste sábado (21) na Casa da Mulher Brasileira, que trata o caso como tentativa de feminicídio. O suspeito está foragido.



A motivação do crime seria a recente separação do casal, que não foi aceita por Rômulo. Diante da insatisfação, ele ligou para a ex-esposa a informando de que uma das filhas do casal estava com muita febre e precisava da mãe. Assim, Sarah se dirigiu à casa em que ele estava com as filhas, mas lá percebeu que se tratava de uma mentira para que ela fosse atraída. Foi então que a enfermeira recebeu os golpes que deixaram seu rosto bastante lesionado. O suspeito fugiu logo após o ataque e supostamente acreditou que havia a matado.

Vizinhos notaram a confusão e se dirigiram à residência. Ao verificar o estado de Sarah, o socorro foi chamado e ela foi encaminhada a um hospital de emergência para receber o devido atendimento médico.

A advogada Danielly Campos, que faz a defesa de Sarah no caso e também participa do processo de divórcio, explicou que já houve o pedido de um mandado de prisão preventiva de Rômulo. Além disso, ela afirma que estão circulando rumores de que o foragido maltratava as filhas, mas que a própria Sarah disse que essa situação não é verdadeira e pediu que a informação falsa fosse desmentida.



O caso teve grande repercussão nas redes sociais. O Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA) publicou uma nota de solidariedade em suas redes sociais, na qual repudia de forma veemente toda e qualquer forma de violência contra a mulher. “Mulheres que dedicam suas vidas ao cuidado da população merecem respeito, segurança e proteção. Reafirmamos nosso compromisso com a defesa da dignidade, da integridade física e emocional das profissionais de Enfermagem e confiamos na apuração rigorosa dos fatos pelas autoridades responsáveis”, diz um trecho do comunicado.

Em nota ao Blog do Pastor Moises Martins, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) comunicou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil. A vítima foi ouvida na Delegacia Especial da Mulher de São Luís, onde foram adotadas todas as providências cabíveis, incluindo a expedição de guia para exame de corpo de delito e o requerimento de medida protetiva de urgência em seu favor.



comunicado.











Ex-vereadora é encontrada morta em casa, no RS; ex-marido é suspeito do crime

Vítima estava em processo de separação e enviou uma mensagem à mãe momentos antes do crime. Homem também foi encontrado sem vida


A ex-vereadora de Nova Prata, no Rio Grande do Sul, e diretora administrativa da Secretaria de Esporte e Lazer do Estado, Roseli Vanda Pires Albuquerque, foi morta na madrugada deste sábado (21) em seu apartamento no centro da cidade.


O suspeito do crime, seu ex-marido, Ari Albuquerque, foi encontrado morto no local, segundo a Polícia Civil.




O QUE ACONTECEU 

De acordo com a polícia, o crime ocorreu por volta das 3h30min. Conforme as informações preliminares, o casal estava em processo de separação e não havia registros recentes de Medidas Protetivas de Urgência (MPUs) entre eles.

Ari Albuquerque não morava mais no imóvel, mas ainda tinha a chave do apartamento.

FEMINICÍDIO 

A Brigada Militar foi acionada depois que a mãe de Roseli relatou ter recebido uma mensagem da filha momentos antes do ocorrido. Ao chegarem ao endereço, as guarnições encontraram as duas pessoas sem vida. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e constatou os óbitos.

O local foi isolado para a realização da perícia. A Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Delegacia de Nova Prata, investiga o caso como feminicídio. Ela deixa um filho de 26 anos.