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domingo, 1 de novembro de 2026

Jovem tem pescoço cortado pelo namorado após comemorar reeleição de Lula no RN

Clara Thaís, de 18 anos, sofreu golpes de faca no pescoço e na traqueia; namorado foi preso preventivamente e ela apresenta melhora após cirurgia.

A comemoração do resultado das eleições terminou em uma tentativa de feminicídio em Umarizal, no Rio Grande do Norte. Uma jovem de 18 anos, identificada como Clara Thaís Silva Maia, foi atacada com golpes de faca pelo namorado, Eduardo Ronald Ferreira, também de 18 anos. A suspeita é de que a agressão tenha sido motivada pela reação do rapaz à vitória de Lula (PT), já que a vítima comemorava a reeleição do presidente. O crime ocorreu no domingo (25), e Clara segue internada após passar por cirurgia.

Vítima sofreu ferimentos no pescoço e na traqueia.


Clara estava na residência do namorado quando foi atingida por quatro golpes de faca na região do pescoço, que também alcançaram a traqueia. Após o ataque, ela foi socorrida e encaminhada para atendimento médico.


A gravidade dos ferimentos exigiu uma cirurgia e a internação da jovem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em um hospital de Mossoró. Nos dias seguintes, o quadro clínico apresentou evolução. Clara foi extubada e, segundo a advogada Helena Belmont, já consegue respirar sem aparelhos e chegou a caminhar alguns passos.

Investigação aponta confissão do suspeito

O namorado foi preso após o episódio. De acordo com informações da defesa da vítima, o relatório policial registra que Eduardo admitiu aos policiais ter usado uma faca contra Clara.

Os agentes que atenderam à ocorrência encontraram a jovem caída no chão, com sangue espalhado pelo ambiente, além de uma faca próxima ao corpo. Após passar por audiência de custódia, a prisão em flagrante do suspeito foi convertida em preventiva.


Defesa acompanha recuperação da jovem

A advogada Helena Belmont afirmou que a prioridade é garantir a proteção de Clara durante a recuperação e acompanhar os procedimentos para responsabilização do investigado.


A defesa também chamou atenção para a necessidade de dar visibilidade à violência contra mulheres e cobrar respostas das instituições responsáveis. O caso segue sob investigação.











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