Urgente: Pescadores maranhenses estão desaparecidos há cinco dias no litoral do Rio de Janeiro
O grupo está desaparecido desde a última quinta-feira (15), após o barco deixar de emitir sinal de localização e interromper todas as comunicações.
Cinco pescadores do Maranhão estão entre os seis tripulantes de uma embarcação pesqueira que desapareceu nas proximidades de Ponta Negra, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O grupo está desaparecido desde a última quinta-feira (15), após o barco deixar de emitir sinal de localização e interromper todas as comunicações.
Os pescadores maranhenses são naturais do povoado Carnaubeiras, em Araioses, na região do Delta do Parnaíba. Eles foram identificados como Nilton de Jesus Silva, de 66 anos, mestre da embarcação; Raimundo Nonato Costa dos Santos Filho, de 45 anos; Sirlenildo da Silva, de 39 anos; Raimundo Nonato do Nascimento, de 65 anos; e Juarez Serejo da Silva, de 33 anos. O sexto tripulante, também chamado Raimundo, estava no grupo havia pouco tempo e ainda não teve o nome completo confirmado.
De acordo com Tatiana de Jesus, filha de Nilton de Jesus Silva, o último dia em que o rastreador da embarcação funcionou foi na quinta-feira (15). O silêncio do barco passou a causar estranheza entre outros pescadores na manhã de sábado (17).
“Amigos pescadores começaram a estranhar a falta de comunicação no sábado de manhã, pois meu pai é muito comunicativo e nunca trabalha sozinho”, afirmou Tatiana.
Ainda segundo a família, alertas foram feitos no sábado à Capitania dos Portos, à Marinha do Brasil e aos patrões dos pescadores. As buscas oficiais tiveram início nesta segunda-feira (19). Até o momento, não há informações sobre o paradeiro da embarcação ou dos tripulantes, e familiares chegaram a sair em um barco por conta própria para ajudar nas buscas.
Marinha mantém buscas em andamento
Em nota, a Marinha do Brasil informou que continuam as buscas pela embarcação “Funelli” e pelos pescadores desaparecidos ao sul de Ponta Negra, no litoral do Rio de Janeiro.
De acordo com a nota, a área de procura foi definida com base em um sistema de cálculo de deriva, que considera as correntes marítimas e os ventos predominantes na região. A operação já mobilizou o Aviso de Patrulha “Marlim”, os navios-patrulha “Gurupi” e “Amazonas”, além de uma aeronave da Força Aérea Brasileira, que juntos vasculharam aproximadamente 23 mil quilômetros quadrados.
A Marinha reforça que informações que possam ajudar nas buscas podem ser repassadas pelos telefones 185 (emergências marítimas e fluviais), (21) 2104-6119 e (21) 97515-7895.












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