quinta-feira, 11 de junho de 2020

  •  Jorge Vieira
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FOCADO EM COMBATER O CORONAVÍRUS, EDIVALDO MANTEM SILÊNCIO SOBRE SUCESSÃO

Faltando menos de quatro meses para o primeiro turno das eleições municipais, caso não haja adiamento por conta da pandemia do coronavírus, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) continua em silêncio e sem dá pista sobre quem poderá receber seu apoio. Mas por ser um político fiel ao governador Flávio Dino (PCdoB), a quem sempre se refere como líder do grupo ao qual pertence, o comentário nos bastidores da sucessão é que Edivaldo seguirá o projeto do Palácio dos Leões.
Embora exista um plantel de candidatos de partidos que integram a base de sustentação do governo estadual, ainda não é possível identificar com clareza o felizardo que terá em seu palanque um cabo eleitoral da estatura do prefeito, mas por ter deixado a secretaria de Cidades para ser candidato do PCdoB e pela aproximação com o Palácio dos Leões, as especulações começam girar em torno de Rubens Júnior (PCdoB).
O deputado federal, que se desincompatibilizou da pasta, renovou sua licença na Câmara Federal para ser candidato a prefeito de São Luís, é uma aposta do PCdoB, partido do governador e que tem no vice-prefeito Júlio Pinheiro seu representante na administração municipal, é visto como opção mais viável, porém, tudo ainda no campo da especulação.
Por ser filiado ao PDT, partido do senador Weverton Rocha, que já firmou aliança com o DEM, o caminho natural do prefeito deveria ser o palanque deputado estadual Neto Evangelista, mas até o momento não se observou nenhum gesto de Edivaldo neste sentido.
Por enquanto o prefeito está focado apenas em combater a pandemia do coronavírus e salvar vidas, mas o tempo passa, as convenções se aproximam e as apostas crescem que o político Edivaldo deverá está no palanque indicado pelo governador, E nesse caso a balança pesa para Rubens Júnior.
É bom lembrar que Rubens Júnior deixou o governo para ser pré-candidato a prefeito com a anuência do governador e o PCdoB tomou para si a responsabilidade de fazer a candidatura crescer. Já firmou inclusive aliança com o Progressistas, uma legenda com tempo de televisão e fundo eleitoral.

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